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quarta-feira, 16 de julho de 2008

Refluxo

Na tentativa de tentar ser poesia,
fui insensata, berei a mediocridade,
O branco: a anistia da severidade.

Na tentativa de testar o inteléctuo,
fui pouco mais que nada, fiquei na mesmice,
O ego : agi como espéctro.

Na tentativa de fazer valer a pena,
fiquei com medo da opinião alheia,
O pensar: a agonia roubou a cena.

Na tentativa de criar algo novo,
ousei sem sonho,sobrou resquicíos,
O insight : cavei buraco e brinquei com fogo.

Na tentativa de escrever sensato,
corri atrás de me fiz entender,
O medo: perdi o foco e virei um fato.

Na tentativa essa de escrever,
me arrisquei paguei pra ver,
A expectativa: na emoção a ser perder.

Na tentativa aprendo,
compreendo, escrevo e sofro.
Poesia é coisa da sua cabeça,
está no perder conjuntivo das palavras.
E no conjunto verbalizado que toca no seu coração.
O resultado: magia, aprendizado e maestrado.
Foge das mãos como bola de sabão
Palavras soltas no ar, refrão da vida.

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