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quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

UN CHICO MUY LOCO!

La bandolera

Porque estas tao triste ?

La Bandolera

Porque no exist em mi vida

exist mi vida

ooooooo, oooooo

Ole!

[con la emocion]

Bandolera, Bandolera ah!

Bandolera [sussurrando]

Ole!

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Bossa da Helena

SE O JOÃO GILBERTO TE DESCOBRE MENINO!

Eeeu tô exausto,

e a helena prepara não assado

Já tô exaustoe o meu estomago

Tá enroscando,Helena,
refrão

Helena,Helena

Helena,Helena


[dibidabidubidabadabarabari]

Helena,


Cadê a janta,

Sei que não é Santa,

Helena,Helena....

CONTEMPORANEO

Poderia eu sonhar acordada
Quando de nada vale a verdade em tempo real
E todas às vezes que volto à realidade
Sinto meu corpo retraído da dor da luta
e o suor gelado escorre do rosto
Onde as lágrimas escorreram sem dor
Porque a dor fortalece mas nos rouba
a infâme nostalgia da doce brisa:
- a esperança que aquece o peito,
levando ao riso frouxo.
Somos sínicos e dissimulados de nós mesmo.

OLHANDO A PAREDE INVÍSIVEL

Eu queria entender como tudo muda assim sem sentido.
Onde começa o processo autodestrutivo one procuramos
um abismo quando estamos felizes e completos.
E a eterna busca onde o que temos não nos basta,
e os questionamentos não se abastam.
Porque ficamos cegos ao ponto de não usufruir
dos presentes nos dados sem apego, mas queremos,
aquilo que não nos foi ofertado.
E o processo autodestrutivo é sedutor.
Embriaga, convence e morre por si só.
Extasiado pela derrota alheia.
Curioso, tentador e silenciosamente feliz.

domingo, 25 de janeiro de 2009

O SOL NASCE PRA QUEM O ESPERA

O Prazer do Sol

Desde pequena Ana adorava o sol. Esperava os primeiros raios incidentes no seu rosto delicado e simples infanto-juvenil, que ninguém quase vê triste. Não entendem que ela é uma menina inocente que só quer atenção, e ás vezes diz coisas de criança como se fosse adulta. As palavras maduras pulam de sua boca, cheias de significado, mas como bolhas de sabão que ela sopra no ar.
Acordava às primeiras horas do dia e porqe não dizer, nas últimas horas da noitee o via aparecer, magicamente, dos infinitos horizontes, fazendo tudo ficar novo e brilhante,lavando a alma de quem vê, com alegria e ansiedade inigmáticas.
E de forma cumplice abriam pro dia o sol e o rosto de Ana, maravilhados e reluzentes com a mesma energia.
Da mesma forma o sol se põe e ela fecha os olhos, recua pra dentro de sua casa e dorme seu sono velado, ansiosamente e calada, esperando o sol e a esperança do nascer de um novo dia, de céu, na fazenda ao lado de seus avós e seu cachorro maneco, que late insistente ao lado do sol infinito, escondendo a trilha onde ela espera esperançosa o chegar de alguém tão querido que não vêm nunca com a luz do sol.
E ela simplesmente espera, com os olhinhos sonhadores de criança.

[dedicado a Giovanna Granado e Cauã Bispo]